Quando o comprar substitui o brincar

19 06 2009

Marina Silva
De Brasília (DF)

 

Na semana passada vi um documentário excelente, dirigido pela cineasta Estela Renner, intitulado “Criança, a alma do negócio” (disponível gratuitamente em www.alana.org.br). É sobre como a publicidade dirige-se propositalmente às crianças, fazendo delas consumidores precoces orientados pela propaganda, principalmente a televisiva.

Segundo o IBGE, as crianças brasileiras são as que mais passam tempo em frente à TV, cerca de cinco horas diárias. Vejam o que diz no filme a pedagoga Ana Lúcia Villela, presidente do Instituto Alana: “Do carro à geladeira, não importa. O foco é a criança. Por que eles estão falando com a criança? Por que eles colocam bichinho no meio da propaganda?. Por que eles falam uma linguagem infantil? Porque hoje se sabe que 80% das decisões de compra numa casa vêm das crianças”.

O triste é que as crianças estão substituindo o brincar pelo consumir. Com graves consequências para elas e para o meio ambiente. Paradoxalmente, são as crianças, adolescentes e jovens os que mais têm se mostrado sensíveis à preocupação com a proteção da natureza. Mas, hiperestimulados ao consumo, desde a mais tenra idade, não conseguem fazer ligação entre seus sinceros ideais de preservação dos recursos naturais – sem os quais serão prejudicados no futuro -, e o desenfreado consumo que ironicamente vai, aos poucos, os transformando em exterminadores de si mesmos. E esse talvez seja um “exterminador do futuro” mais preocupante do que o da ficção cinematográfica.

Vivemos um momento de graves perturbações para a capacidade humana de não dissociar completamente o agir do pensar e o querer do poder. É como se tivéssemos correndo o risco de perder o elo com os meios que nos possibilitam agir e tomar decisões a partir de uma base integradora de pensamento que nos assegure alguma coerência entre pensamento e ação. Sem o quê, aos poucos, vamos ficando cada vez mais impedidos de perceber que o atual modelo de produção e geração de riquezas – que tem exaurido o planeta, destruindo os ecossistemas fundamentais para a vida na Terra – não é de responsabilidade somente de grandes empresas e de governos. Para que a máquina funcione, para o bem ou para o mal, é preciso que toda a sociedade participe dela.

Nossos recursos naturais são finitos e é imperativo aprendermos a satisfazer nossas necessidades usando cada vez menos. Isso, porém, se tornará quase impossível se continuarmos aprisionando nossas crianças e jovens ao consumo desenfreado e irracional, inconscientes dos resultados nefastos já conhecidos por todos: contaminação da água, devastação das florestas, matança de animais, destruição do solo e mudanças climáticas, com secas, desertificação e tantos outros danos.

Nosso consumismo produz mais lixo, incluído o emocional, do que produtos e riquezas. E isso começa cedo, na cabeça das crianças, indefesas, reféns da “cultura do shopping” e desprovidas dos mínimos recursos para se proteger da sanha desenfreada da indústria propagandística, que as faz substituir o brincar pelo comprar. E, progressivamente, também se vêem substraídas da capacidade de se constituirem como seres que asseguram seu lugar no mundo por meio não da autosuficiência – que prescinde do relacional para existir, bastando tão somente ter os meios materiais para adquirí-la -, mas da coosuficiência. Pois, como tão bem disse o pediatra e psicanalista inglês D. W. Winnicott, “A independência nunca é absoluta. O indivíduo normal não se torna isolado, mas se torna relacionado ao ambiente de um modo que se pode dizer serem o indivíduo e o ambiente interdependentes.”

Será que vale a pena, em troca simplesmente da voracidade do consumo, separar a criança de si mesma – inibindo o brincar descomprometido e revelador do mundo – , adoecê-la mentalmente por meio do dirigismo publicitário e aliená-la de sua relação com o mundo natural que é sua primeira casa? É algo para se pensar, no momento de deixar nossas crianças aos cuidados das mensagens televisivas, sem ajudá-las a desenvolver um olhar arguto e crítico. E também no momento de levá-las às compras para não ter o trabalho de induzí-las ao inventar, ao brincar, ao viver.

Marina Silva é professora secundária de História, senadora pelo PT do Acre e ex-ministra do Meio Ambiente.

Fale com Marina Silva: marina.silva08@terra.com.br





Mês da mobilização

16 06 2009

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Dia Mundial do Meio Ambiente 2009

6 06 2009

Hoje, 05 de junho, é o dia mundial do meio ambiente, determinado pela ONU. No entando, não é um dia para comemorar, mas sim para conscientizar.

Os fatos e a realidade batem à nossa porta, e o último foi, para alguns escandalizante, para outros nem tanto, e ainda para os céticos, nada demais. Os destroços encontrados no oceano e a enorme mancha de óleo não pertencia ao avião da Air France que caiu. Era lixo. Lixo, no meio do oceano, invadindo a vida de milhares de espécies que nada têm com a nossa poluição, nosso consumismo.

Precisamos reagir!

Por motivos internos, o Coletivo Asema não realizou nenhuma atividade na semana do meio ambiente, mas está aqui nosso manifesto.





Entrevista com Vandana Shiva: “Boicotemos as empresas que destroem o ambiente

5 06 2009
03/06/2009 – 02h06
Vandana Shiva: Boicotemos as empresas que destroem o ambientePor Francesca Caferri, do jornal La Repubblica

Nesta entrevista, a física e ativista ambiental indiana Vandana Shiva comenta a importância da defesa da Amazônia e da biodiversidade que a área concentra. E afirma que, nesse sentido, os índios têm muito a nos ensinar.

Eis a entrevista:

Senhora Shiva, por que essa é uma questão global?

A Amazônia não é só uma floresta. Não é só do Brasil. É, antes de tudo, o maior depósito de biodiversidade do mundo, a contribuição mais importante para a estabilidade climática e hidrogeológica que restou na terra. Por isso, é uma questão mundial. E posso dizer, por ter visto com os meus próprios olhos, que a destruição que está ocorrendo ali e a luta ímpar dos índios contra as empresas que querem madeira e matérias-primas e a quem não importa nada deles é uma questão global, e como tal deve ser tratada. Pelos governos em primeiro lugar.

O que deveriam fazer?

Deveriam, sobretudo, se esquecer da palavra lucro quando se fala sobre essa área do mundo. Os únicos investimentos na Amazônia deveriam ser dirigidos para se garantir a sua sobrevivência e proteção. Só isso deveria ser considerado um ganho, em termos de estabilidade. O que eu espero concretamente é a formação de uma aliança global entre os países em nome da conservação da Amazônia.

O G8 que ocorrerá em algumas semanas na Itália tem a proteção do meio ambiente e as mudanças climáticas entre os pontos principais da sua agenda. A senhora acredita que o discurso sobre a Amazônia pode ser enfrentado ali?

Francamente, não espero muito do G8. Espero muito mais do G20, a cúpula ampliada à qual tomam parte os países chamados emergentes e, nesse caso, o Brasil. É essa a sede para se estimular uma mudança. O que aconteceu desde setembro do ano passado até hoje – a crise dos mercados, o estouro da bolha dos empréstimos, a crise financeira global – deveria nos ensinar alguma coisa. Que o modelo de desenvolvimento cego, que destrói tudo ao seu redor, que aponta só ao lucro, não funciona. Não funciona mais. Porém, esse é o modelo de desenvolvimento que está destruindo a Amazônia. Para olhar para o futuro, devemos pensar em um modelo diferente, iluminado, eu o definiria. Onde a ideia de futuro e a de desenvolvimento convivam.

Nesse modelo, que papel tem os consumidores finais? Como a senhora sabe, o Greenpeace os chama em causa diretamente, colocando no patíbulo marcas que estão entre as mais conhecidas do mundo…

Os consumidores podem muito. A primeira coisa a fazer é estabelecer uma moratória internacional sobre qualquer bem que esteja ligado de qualquer modo à destruição da Amazônia. Isso cabe aos governos, mas depois os consumidores também devem ir a campo. Pensemos no que ocorreu com a gripe suína no México: tomados pelo pânico, os consumidores impuseram aos supermercados de todo o mundo que não vendessem mais carne que chegava do México. As exportações entraram em queda em poucos dias. Ou pensemos no movimento que se desenvolveu em muitos países da Europa contra os transgênicos: os protestos impuseram às cadeias de distribuição que fossem “OGM free”, pelo menos em parte. Ora, o mesmo pode ser feito para a Amazônia: os consumidores podem fazer pressões sobre os negócios para que não vendam produtos que não seja “Amazon free”, que venda só aqueles que respeitam a Amazônia, que não se derivam das suas matérias-primas. E depois deveriam pedir que consumissem só carne local: desse modo, as importações do Brasil entrariam em queda.

Tudo isso criaria um dano grave à economia do país: e não podemos esquecer que falamos de um Estado em que boa parte da população ainda vive na pobreza…

A maior parte dos cultivos e das criações na Amazônia é ilegal. Quem ganha com essa economia são os que comercializam de modo ilegal, não o país.

Falemos das populações indígenas: como a senhora sabe, muitos defendem que a proximidade com a “civilização” é um bem para eles. Qual é a sua opinião?

Eu não estou de acordo. Se olharmos para o futuro e para aquilo que nos ajuda a ir para frente, entenderemos que o elemento fundamental é uma relação balanceada com a terra. Um sistema de conhecimento e de vida que não seja baseado na exploração, mas na harmonia. Nessa matéria, os índios têm muito a nos ensinar. Certamente não são primitivos. Primitivos me parecem ser antes aqueles que querem caçá-los.

* Entrevista publicada no jornal La Repubblica, 01-06-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

 
(**Agradecimentos especiais à Wirna Cardoso, que nos mandou a entrevista por e-mail.





Existe vida após a morte

31 05 2009

Ontem, 30 de maio, o Coletivo Asema completou 2 meses. Em comemoração, lançamos uma nova sessão aqui no blog do Asema: a Lojinha Asema.

Os produtos da Lojinha são todos feitos por colaboradores do Asema, que utilizam materiais usados que iriam para o lixo, e transformam-no em artigos para decoração, para casa, para dar de presente.

O título da postagem ilustra muito bem o nosso objetivo: dar vida ao que seria jogado no lixo. Rolos de papel, CD’s, vinis, copos, garrafas pets, descartáveis, papelão, tomam nova forma nas nossas mãos criativas.

Confiram!

Se você leva jeito com reutilização de materiais e gostaria de colaborar com a produção, entre em contato com a gente, por e-mail, orkut ou comentário aqui no blog.

Nosso e-mail: oqvcfaz@hotmail.com 

Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=9008683644619392477

Comunidade: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=90358185





Reciclagem de papel – molde de bandeirinha

26 05 2009

Boa noite!

Aqui vai uma dica de como reaproveitar todo o tipo de papel que a gente joga fora ou deixa entulhado em casa.

Está chegando a época das festas juninas, então fui atrás de um molde de bandeirinha. É só usar o molde para recortar em revistas velhas, panfletos recebidos na rua, correspondências, jornais. Quilos e quilos de papel são desperdiçados por dia, e não custa nada tentar reaproveitar um pouco.

O molde foi tirado do Blog do Artesanato.

molde-bandeira-festa-junina

Podem fazer sugestões e solicitações, também. :)

Abraços.





Uma Revolução Histórica – Por Yan Sasaki

24 05 2009

                A questão ambiental está presente todos os dias em nossa rotina. Há sempre alguém chato na televisão, no rádio ou até mesmo na sua escola  lhe falando sobre o quão importante é cuidar da natureza. Na maioria das vezes, essas pessoas são ignoradas e todo aquele tempo que ela investiu tentando conscientizar alguém sobre sua causa vira tempo perdido. Mas essa pessoa não desiste, levanta a cabeça, respira fundo e vai em direção a sua próxima vítima. É aí que vem aquela pergunta: por que elas são tão insistentes? O que elas ganham com isso?

                Esses ambientalistas chatos que nos enchem o saco todos os dias são muito parecidos com os maníacos, que na década de 70, começaram a difundir idéias absurdas, idéias consideradas de maconhados, idéias sobre uma sociedade mais justa, uma sociedade mais liberal e sem repressão. No começo foram ignorados, mas depois, conseguiram aderir a sua causa milhões de pessoas, causando a maior mobilização social da história brasileira, libertando o país de um absoluto totalitarismo da ditadura militar. E o que esses revolucionários tem a ver com esses ambientalistas de hoje? Bem simples; estamos no meio de uma crise social, assim como na época da ditadura,mas essa é uma crise crônica, que está prestes a atingir seu ápice, uma crise que colocará o mundo inteiro em xeque se nada for feito.

                A crise ambiental, diferente do que o nome infere, não é somente em relação à natureza, é em relação a todo ser humano, pois todos nós estamos diretamente ligados a toda a natureza, a qual estamos gradativamente destruindo, e se nada for feito para mudar tal quadro, o que enfrentaremos será muito pior do que já estamos enfrentando.

                Porém, nada do que foi escrito no parágrafo acima é novidade. Qualquer um que leia um jornalzinho por mês sabe dos problemas que o planeta vem passando, e estão bem cientes dos problemas que virão, então por que nenhuma mudança é feita?

                A história nos mostrou que para alguma revolução de valores aconteça a curto prazo, precisamos fazer uma revolução. Calma, não estou falando para pegarmos armas e sairmos brigando na rua. Nessa nossa realidade, uma revolução armada não é nada conveniente. Precisamos fazer uma revolução em nossos ideais, em nossas metas de vida, pois cedo ou tarde, se as coisas continuarem como estão, não haverá mais escolha, haverá apenas uma luta entre homens pela sobrevivência indiviual, voltando para o tempo das cavernas, já que a natureza será bem mais impiedosa do que já está sendo.

                O pior problema, porém, não está na falta do conhecimento por parte das pessoas sobre esse assunto. Como já dizia Upton Sinclair, “É difícil fazer um homem ententer alguma coisa quando o salário dele depende do seu não – entendimento sobre aquilo”. O homem está plenamente ciente do que vai acontecer se nada for feito, mas as pessoas em geral não fazem nada, pois não lhes é conveniente nesse atual momento. Todos estão mais preocupados em seus desejos pessoais e imediatos, deixando de lado o pensamento coletivo e a preocupação com o futuro.

                O mundo elitista capitalista globalizado de hoje faz as pessoas dançarem conforme a sua música. As elites empresariais são as que mais sabem do problema que elas mesmas vêm causando à sua fonte de riqueza. Elas só não fazem nada porque será um gasto a mais de capital, indo diretamente contra a sua meta: obtenção de lucro.

                Eu sei, não é fácil lutar contra toda uma sociedade já acomodada em um sistema consumista, materialista e degradador da Terra. Convencê-la de que ela está errada e, mesmo que seja doloroso, tirá-la desse comodismo é um ato de muita coragem, otimismo e perseverança; já que os valores dessa sociedade já vêm sido impostos sobre ela há séculos. Entretanto, a luta por um mundo mais sustentável já se faz necessária, e para que ela ocorra, mentes, principalmente as jovens, devem ser esclarecidas sobre essa causa, para que cada vez mais consigamos chegar a fazer uma revolução jamais vista na história da humanidade, uma revolução que salvará nosso planeta como um todo.

 

Você consegue perceber algo errado nessa balança?

Você consegue perceber algo errado nessa balança?





Fotos Cine-socioambiental 22/05

24 05 2009
Apresentação: Gilson Dias.
Apresentação: Gilson Dias.
Dinâmica do açaizeiro

Dinâmica do açaizeiro

"Faz de conta que tem um gordinho pindurado no açaizeiro"
“Faz de conta que tem um gordinho pindurado no açaizeiro”

 

 Aconteceu na última sexta, 22/05, mais uma exibição do Cine-Socioambiental, promovido pelo Coletivo Asema.

O documentário foi “O Mundo global visto do lado de cá – Encontro com Milton Santos”. O documentário é guiado por uma entrevista com Milton Santos, que faz uma crítica sobre os problemas da globalização hoje, e propõe uma nova globalização.

Após assistir o documentário, o professor de geografia, Carlos Viana, fez um breve comentário sobre o documentário, dando sua contribuição relacionada ao assunto estudado em sala. Depois, o ambientalista Gilson Dias direcionou o bate-papo sobre os temas abordados no documentário, e realizou uma divertida e descontraída dinâmica com os presentes.

O cine foi um sucesso, e só tende a ficar melhor. O próximo cine será, provavelmente, na segunda semana de junho.

E a semana do meio ambiente tá chegando!

Abraço.





22 05 2009
Cine-socioambiental 22/05 Não perca!

Cine-socioambiental 22/05 Não perca!

Coletivo Asema apresenta “Cine-socioambiental”

O mundo global visto do lado de cá

Um documentário de Milton Santos

Dia: 22/05

Hora: 16h

Local: Colégio Ideal Batista Campos, prédio do convênio, sala 8B (Belém, PA)

Com a presença do ambientalista Gilson Dias, do Coletivo Jovem Pará!

Não perca!





Reciclagem do lixo doméstico presta bom serviço ao meio ambiente

18 05 2009

planetareciclagem

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse nesta sexta-feira (15), que o trabalho de reciclagem e reaproveitamento de lixo doméstico em condomínios, envolvendo os catadores em um processo de educação ambiental permanente, é um bom serviço ao meio ambiente. Para o ministro, esse é um trabalho de formiguinha, com cada morador fazendo a separação do lixo em sua residência e o resultado final toma proporções não imagináveis no início. “Quase tudo pode e deve ser reciclado e reaproveitado”, salientou. Ele participou nesta sexta-feira, no Senai da Tijuca, no Rio de Janeiro, do encontro da Associação Brasileira de Administradoras de Imóveis (Abadi), em que foi apresentado um projeto de reciclagem de lixo em condomínio com o objetivo de reaproveitar mais de 100 toneladas por mês. Minc destacou que essa não é a primeira parceria com a Abadi. Ele falou sobre uma parceria para reduzir a poluição sonora em condomínios em um trabalho de colaboração das pessoas para alcançar um equilíbrio de segurança e conforto. Outros trabalhos desenvolvidos junto com a Abadi foram a distribuição de cartilhas incentivando a população sobre a importância do trabalho de coleta seletiva e do reaproveitamento de óleo de cozinha, que pode ser transformado em sabão e até mesmo em biodiesel. Minc lembrou que essas atitudes individuais são importantes porque tem muita gente preocupada em destruir o meio ambiente e pouca gente preocupada em preservar. Minc também anunciou no evento, que reuniu síndicos de vários edifícios da zona norte fluminense, que no dia 5 de julho será lançada a estação de tratamento de esgoto da barra. A maior parte das doenças, principalmente em crianças, vem de água poluída, por isso, água limpa é saúde.

Fonte: http://www.meioambiente.gov.br/sitio/index.php?ido=ascom.noticiaMMA&idEstrutura=8&codigo=4767